sábado, 18 de abril de 2009

TEIA DIGITAL



O que for. "O que for teu desejo, assim será tua vontade. O que for tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino." ( Deepak Chopra ).

Ação popular. Se a Prefeitura não despertar de sua letargia em breve terá muitos problemas com ações populares. Pelo menos duas pessoas me relataram casos de queda de veículos em buracos, ou melhor, em imensas valas. E me disseram que irão buscar se ressarcir dos prejuízos com ações contra a municipalidade. Também empresários e moradores que vivem nas proximidades da Av. Calama com a Marechal Deodoro, cansados de reclamar em vão, se mobilizaram e estudam, com a ajuda um escritório de advogacia, entrar com uma ação popular contra o descaso da Prefeitura em relação ao fato de que os veículos descem a Calama numa velocidade de cem quilômetros por hora sempre causando problemas com outros veículos que tentam entrar na avenida via Marechal Deodoro, afora ser comum, até já objeto de abaixo assinado veículos entrarem na Marechal na contramão.. São comuns também os acidentes, inclusive com motos, e as freadas bruscas. Apesar da solução ser simples (colocar tartarugas antes da entrada do Colégio Objetivo) os inúmeros pedidos feitos não foram atendidos. È possível que, com a ajuda do Ministério Público, alguma medida seja tomada antes que provoque algum acidente fatal.

Tribunal do júri em Jaru. O auditório da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Jaru será transformado em Tribunal do Júri, nos próximos dias 20 e 27 de abril, para julgamento de dois acusados. A Subseção da OAB cedeu o espaço para realização do Tribunal do Júri por causa da falta de estrutura do fórum de Jaru - cuja construção de uma nova sede há tempos vem sendo reivindicado pelo advogado Mário Roberto Pereira de Souza, presidente da Subseção. De acordo com o advogado Mario Roberto, a realização dos júris na OAB, só vem reforçar a real necessidade da construção urgente de um novo fórum. “A realização desse júri na Ordem só denota que precisamos o quanto antes de um novo fórum que atenda às necessidade reais da nossa sociedade”. Há tempos os profissionais do direito, que militam na área criminal em Jaru e região, assim como os serventuários da Justiça, sofrem com a falta de condições do fórum local, que não oferece segurança para realização de seus trabalhos.

Expectativas do consumidor. Os consumidores brasileiros estão cautelosos quanto aos efeitos da crise internacional informa a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar a Sondagem das Expectativas do Consumidor - Impactos da crise sobre a economia e o consumo, referentes a março. Na pesquisa, com um universo de 2.000 domicílios pesquisados entre os dias 2 e 20 de março deste ano, 48,5% dos entrevistados apostam que o Brasil demorará mais de um ano para se recuperar da crise, e voltar a crescer. Na mesma pesquisa, 30,3% dos consumidores apostam que o Brasil demorará entre seis meses e um ano para se recuperar; 17,5% afirmam que o País vai demorar entre três e seis meses; 2,9% apostam em um período de até três meses - e apenas 0,8% estimam o período de um mês como tempo de recuperação necessário. Também mostrou que 53,4% dos entrevistados classificam como "iguais à média" as condições brasileiras de enfrentar a crise, comparadas às dos outros países - sendo que 37,4% dos entrevistados consideram as condições "melhores do que a média" e 9,2% "piores do que a média". Um sintoma positivo é o de que grande parte dos entrevistados não sentiu o impacto da crise em seus gastos, pois, 40,3% responderam que não sentiram negativamente a influência da crise nos seus gastos de consumo; 23,2% classificam os efeitos da crise como "moderados" e 22,6% consideram o impacto como "suave". Apenas 13,9% dos pesquisados denominaram como "intenso" o impacto da crise sobre os gastos de consumo.

Fundo garantidor. Na busca de saídas para reaquecer a economia, o governo federal acertou em eleger como foco as micro e pequenas empresas. A proposta anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega de criar um fundo garantidor capaz de dar aos bancos mais segurança na decisão de conceder financiamentos para quem precisa de algum dinheiro mas não tem o que oferecer em garantia é um avanço e despertou expectativas positivas entre os empresários. A idéia também é boa para Rondônia que deveria imitar o exmplo da experiência que inspirou a Agência de Fomento do Tocantins a implementar uma garantidora no Estado.

Hora do compromisso. O deputado Moreira Mendes prestando contas de suas atividades no Congresso está com o programa “Hora do Compromisso” onde criticou que o governo faça só propaganda com o recém-lançado programa habitacional fazendo com que as pessoas percam dias de trabalho em filas imensas quando, atá agora, nada efetivamente foi implantado e ainda há muito o que fazer para que se possa ter os financiamentos. Moreira disse que este tipo de comportamento o “entristece” por ver que as pessoas pobres estão sendo enganadas “perdendo, às vezes, um dia de trabalho para nada”. E diz que o programa ainda bem que corrigiu, por causa da grita da oposição, que o programa somente fosse para cidades com mais de 100 mil habitantes, mas, que “Há muito ainda para corrigir no programa” para que possa efetivamente funcionar. Segundo ele, “Não há nada ainda de concreto em relação ao programa que precisa ter muits coisas corrigidas para funcionar”. Ou seja, a galinha está cantando antes de botar o ovo.

Bolsa aumentada. O governo federal publicou na sexta-feira (17) no Diário Oficial da União o aumento do benefício do Programa Bolsa Família. A medida amplia o Decreto n° 6.824 e eleva de R$ 120,00 para R$ 137,00 o limite da renda familiar mensal per capita dos beneficiários do programa, em situação de pobreza, e para R$ 69, 00 para os que se encontram em extrema pobreza. Segundo informações da Agência Brasil, com o aumento na renda dos atendidos pelo Bolsa Família, o governo vai gastar com o programa este ano R$ 549 milhões a mais. No total, os R$ 11,8 bilhões que seriam pagos passam para R$ 12,3 bilhões. Claro que isto não tem nada a haver com eleições.

Fiscalização. A Polícia Rodoviária Federal contando com a utilização de equipamentos eletrônicos como de radares e etilômetros, está fazendo uma fiscalização intensa nos pontos críticos das BRs que cortam os estados de Rondônia e Acre. A realização dos patrulhamentos ostensivos e das fiscalizações em trechos pré definidos visam garantir a segurança e o bem estar dos usuários das rodovias. Para tanto, cerca de 200 policiais estarão trabalhando em escala de revezamento para garantir a segurança dos usuários das rodovias. A PFR alerta sobre a necessidade de maior atenção de todos, atenção que deve ser redobrada, quando transitarem pelo perímetro urbano da BR 319, em Porto Velho/RO, devido ao intenso fluxo de veículos e diversos cruzamentos, trânsito de ciclistas e pedestres, bem como nos demais trechos urbanos da BR 364. Nestes pontos, segundo aponta estudos, aconteceram a maioria dos acidentes que catapultaram a estrada para o 10° lugar entre as com maiores problemas no país.

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