sábado, 21 de janeiro de 2012

TEIA DIGITAL


Caminho pedregoso. “Não é na ciência que está a felicidade, mas, na aquisição da ciência”(Allan Kardec).

Fórum Pró Rondônia. Muito prestigiada a primeira reunião do Fórum Pró Rondônia que tratou da questão da expansão da reserva Karitiana nos municípios de Porto Velho e Candeias do Jamari. Além do senador Valdir Raupp, do deputado federal Moreira Mendes e do prefeito Dinho Souza estiveram presentes muitos representantes de entidades e sindicatos que decidiram que vão se mobilizar para a aprovação da PEC nº 215/2000, do deputado de Roraíma, Almir Sá, que inclui entre as competências exclusivas do Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas estabelecendo os critérios e procedimentos de demarcação que deverão ser regulamentados por lei.

Rondônia no Brasil sem miséria. A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, anunciou que a meta do Plano Brasil sem Miséria para este ano é incluir mais 320 mil famílias no Bolsa Família, uma das linhas de ação do programa. Ela divulgou o número depois da primeira reunião do ano convocada pela presidente Dilma Rousseff com ministros da área social, da qual participou também o vice-presidente Michel Temer Tereza Campello frisou que não foi uma reunião de balanço, mas, sim, de definição de linhas de ação e expectativas para este ano. Segundo a ministra, Dilma mostrou-se satisfeita com os resultados do plano no ano passado, mas, frisou que “precisamos e queremos fazer mais”. No ano passado, foram cadastradas mais 407 mil famílias. Atualmente, o Bolsa Família atende 13,3 milhões de famílias, que recebem um benefício médio de R$ 120. O objetivo do plano Brasil sem Miséria é retirar 16 milhões de famílias em condições de extrema pobreza, com renda inferior a R$ 70,00 por pessoa. O governo trabalha em parceria com Estados para implantar a marca de “federalismo social”, explicou a ministra. Neste sentido, atua em parceria com oito Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Amapá e Rondônia) e o Distrito Federal, que garantem uma complementação da renda do Bolsa Família. Ainda segundo Tereza, Dilma pediu na reunião que as ações do Brasil sem Miséria continuem priorizando as crianças. De acordo com a ministra, foram incluídas 1,3 milhão de crianças no Bolsa Família no ano passado. Outra frente é atender as gestantes e nutrizes – a meta para 2012 é incluir 130 mil no Bolsa Gestante.

Falta de doutores. Embora muitos deles se considerem pouco valorizados o Brasil se ressente da falta de mais doutores, pois, continua atrás de muitas economias menores, com uma média de 1,4 graduado para cada mil habitantes. Ganha apenas da vizinha Argentina, com uma relação de 0,2, segundo levantamento da Capes para o Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) até 2020. A maior referência é a Suíça, com 23 doutores para cada mil habitantes. Em segundo lugar está a Alemanha, com 15,4, seguida pelos Estados Unidos, com 8,4. O presidente da Capes, Jorge Guimarães, afirmou que "No ritmo atual, só conseguiremos alcançar níveis como os da Austrália e do Canadá, de 5,9 e 6,5 doutores para cada mil habitantes, respectivamente, em 2025. E, com muita sorte, até 2050, nos equipararemos à Suíça de hoje". Não será uma tarefa fácil. Com um total de 12 mil doutores e 40 mil mestres titulados no ano passado, várias universidades já enfrentam dificuldades para completar seus quadros. "A rede privada está desesperada para cumprir as exigências do Ministério da Educação de se ter, no mínimo, um terço do quadro de professores com mestrado e doutorado", afirma Rodrigo Capelato, diretor executivo do Sindicato das Entidades de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp). "E não está sendo diferente nas universidades públicas”, concluiu.

Proger urbano.
O Banco do Brasil (BB) elevou em 50% o limite para que micro e pequenas empresas peguem empréstimos do Programa de Geração de Emprego e Renda Urbano (Proger Urbano). As linhas de crédito passaram a beneficiar clientes com faturamento bruto de R$ 7,5 milhões por ano. Anteriormente, esse teto era de R$ 5 milhões. Operadas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), as linhas do Proger Urbano financiam investimentos como reformas, mudanças de sistemas e aquisição de máquinas, equipamentos e veículos utilitários. Os empréstimos têm juros equivalentes à taxa de juros de longo prazo (TJLP), atualmente em 6% ao ano, mais 5% ao ano. As empresas, no entanto, têm a possibilidade de reduzir a taxa para TJLP mais 2,5% ao ano, se o crédito for vinculado ao Fundo de Garantia de Operações (FGO) e ao Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

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